Posts Tagged Teatro das Beiras

“Clube dos Pessimistas”de Abel Neves no Teatro das Beiras

Cartaz clube dos pessimistas web

ESTREIA
CLUBE DOS PESSIMISTAS, de Abel Neves

22.abril | 21h30
em cena: 22 e 23.abril, 26 a 30.abril, 4 a 7.maio > 21h30
COVILHÃ > Auditório Teatro das Beiras  

Um clube…parece um lugar próximo, possível…não fora a extravagância do seu conceito, dos seus intuitos, dos seus serviços e a bizarria comummente partilhada pelos seus corpos sociais e pelos seus utilizadores. Poder-se-ia dizer tratar-se de um lugar tão vulgar como qualquer outro, um clube. Mas este é um clube estranho…onde simultaneamente se disponibilizam serviços funerários, botões, linhas, “retrosarias” várias, onde em tom de irónica comédia se receita o pessimismo como forma de olhar para o mundo sustentando a sigla “quanto pior, melhor”. “Vendas e consultadoria” prescrevem este ideal como antídoto para todos os males induzindo soluções ainda piores. Simultaneamente as novas tecnologias marcam presença neste lugar soturno carregado de anacronismos e contradições, propondo uma feliz e antagónica coexistência sob o lema “em frente está o abismo. Avancemos!”
Personagens estranhos num mundo estranho e simultaneamente tão próximo e real, sustentam uma metafórica dissertação sobre o estado civilizacional do tempo que nos é dado a viver. O nosso tempo.

Autor: Abel Neves | Encenação: Gil Salgueiro Nave | Cenografia, Figurinos e Cartaz: Luís Mouro | Desenho de luz: Jay Collin | Canções e Sonoplastia: Helder F. Gonçalves | Assistente de cenografia e figurinos: Joana Forte | Costureira: Amélia Cunha | Fotografia: Paulo Nuno Silva | Vídeo: Ivo Silva | Operação de Luz e Som: Jay Collin | Apoio à produção: Celina Gonçalves| Interpretação: Cláudia Lázaro, Miguel Telmo e Sónia Botelho

Agradecimentos: Isabel Bilou, Carmen Cabeleireiros, INATEL Covilhã, Rubrica

Duração: 80 minutos                                                                                                                                 Espetáculo para maiores 12 anos

Reservas pelo telefone 275 336 163

 

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“Cavaleiro, procura-se!” em Cáceres e Sevilha

Cavaleiro, Procura-se

O Teatro das Beiras inicia o mês de abril com a apresentação da peça “Cavaleiro, procura-se!” em Espanha.

No dia 2 de abril, às 18h, em Casar de Cáceres (La Nave del Duende), no âmbito do Circuito Ibérico e no dia 3 de abril, às 13h, em Sevilha (La Fundición), no âmbito da II Mostra de Teatro Português.

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Apresentação de livro de Francisco Ceia – “Jogo de Janelas”

Organização: Edições Colibri | Teatro das Beiras

COVILHÃ 15 de junho, às 21h30

Café Concerto do Teatro das Beiras

Apresentação do livro de Francisco Ceia

As Edições Colibri e o Teatro das Beiras convidam-no para o lançamento do livro “Jogo de Janelas” de Francisco Ceia que será apresentado pelo Dr. Fernando Paulouro Neves.

Sobre o autor:

Francisco Ceia, ator, autor, compositor e intérprete de canções, revela-se agora, nesta sua primeira obra, escritor, viajante de sonhos, e de lugares, desvendando histórias, tecidas no corpo das palavras.

Para mais informações, clique aqui.

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Sexta, 27 de Janeiro na Covilhã

O Teatro das Beiras acolhe no seu espaço o novo espectáculo do Projecto Ruínas, “O Corredor”, no dia 27 de janeiro (sexta-feira) às 21h30.


O Projecto Ruínas é de Montemor – o -Novo, e existente desde 2001, o Projecto Ruínas tem vindo a depurar-se formalmente, continuando porém a aprofundar as temáticas centradas no ser humano – falível, moralmente corrupto, emocional, sarcástico e verdadeiro.
Sobre o espectáculo:
À beira do divórcio e da falência, Arnaldo procura um sentido para a sua vida. Em má altura. O avô morreu, deixou o património da família a saque e as primas reclamam a sua parte.
No casarão, repleto de futilidades mais ou menos valiosas, os personagens vagueiam num ímpeto recoletor, memórias e culpa andam à solta como num filme de terror, cobrando a sua fatia da herança. A verdade, negada e escondida até ao limite, acaba por brotar na cave, jorrando pela biblioteca, inundando o jardim e a piscina.
Arnaldo só deseja chegar ao fim do dia com a dignidade de um ácaro, como aqueles que rastejam pelo tapete centenário.
Não há nada como ser rico, não é?
Um espectáculo sobre o vazio existencial. Um toque de absurdo e dois dedos de surrealismo. Uma comédia sinistra e ferrugenta, que sublima alguns dos mais rasteirinhos valores humanos. Um elogio à pequenez. Um alívio para o público.


Texto e Encenação: Francisco Campos
Espaço Cénico e Figurinos: Sara M. Graça
Interpretação: Catarina Caetano, Maila Dimas, Susana Nunes e Francisco Campos
Sonoplastia: Ricardo Freitas
Desenho de Luz: Nuno Patinho
Bilhete: €6,00 (50% desconto para sócios, jovens até aos 25 anos e reformados)

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Tondela recebe “Ay Carmela!”

26 de Fevereiro, 21h30m

“Ay, Carmela” de José Sanchis Sinisterra

Espaço Novo Ciclo

Tondela

O Teatro das Beiras apresenta o espectáculo “Ay Carmela!”, no Espaço Novo Ciclo, com encenação de Gil Salgueiro Nave e interpretação de Fernando Landeira e Sónia Botelho, numa organização do Trigo Limpo Teatro ACERT.

Ay Carmela no Espaço Novo Ciclo

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Ensaios “D. Pura e os Camaradas de Abril”

Pompeu José

Depois da digressão do espectáculo “Ay Carmela!”, continuam os ensaios para o espectáculo a estrear em Março, “D. Pura e os Camaradas de Abril” de Germano de Almeida. O Teatro das Beiras em co-produção com o Trigo Limpo Teatro ACERT ,  com encenação de Pompeu José.

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Na Covilhã: “Se o mundo fosse bom, o dono morava nele”

11 de Setembro, às 21:30 (Entrada Livre)

Jardim Mártir-in-Colo


O Teatro das Beiras acolhe o CENDREV – Centro Dramático de Évora, que nos traz o espectáculo “Se o mundo fosse bom, o dono morava nele”, no dia 11 de Setembro no Jardim Mártir-in-Colo, às 21:30 (entrada livre). Um espectáculo onde até o público é convocado a participar, numa fusão de actores/bonecos/músicos, subvertendo as unidades de tempo, lugar e acção, deixando soltar-se a imaginação dos espectadores. Uma dramaturgia que mergulha no universo popular para falar do desconserto do mundo.

Ficha artística

Encenação: José Russo e Maria Marrafa

Cenografia, Figurinos e Bonecos: Inês de Carvalho

Arranjos e Criação Musical: André Penas

Iluminação e Som: Pedro Bilou

Interpretação: Ana Meira, Álvaro Corte Real, André Penas e José Russo

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“Corpo Memória Desperdício” – 25 de Fevereiro às 21:30

O Teatro das Beiras tem o prazer de acolher a instalação interactiva “Corpo Memória Desperdício”, criação da Quarta Parede – associação de artes performativas da Covilhã, de 25 de Fevereiro a 11 de Março de 2010, entre as 21:30 e as 23:30, no Café Concerto do Teatro das Beiras.

Corpo, Memória e Desperdício é uma instalação interactiva, um teatro de objectos por entre o qual fluem micro narrativas que o usuário tem que descobrir para criar a sua própria história: entre o caos de cabos – os seus neurónios – e os mapas.

Este projecto, do qual hoje mostramos um work in progress, surge de uma parceria estabelecida entre a Quarta Parede e o departamento de Comunicação e Artes da UBI, com o intento de criar uma equipa interdisciplinar que envolva os alunos do Mestrado em Design Multimédia com artistas e profissionais da multimédia, do teatro, da informática e da electrónica. Do confluir de todas estas disciplinas surge a magia da interactividade: as imagens e os sons despoletados por sensores que controlam os corpos, os desperdícios e, talvez, a nossa memória.

O projecto de instalação parte de uma reflexão sobre o Corpo e o Objecto, mais especificamente, sobre as relações que o indivíduo estabelece com os objectos e a forma como estas se traduzem em Desperdício e Memória.

Os objectos focados são de várias ordens, objectos meramente utilitários de uso quotidiano; objectos de consumo rápido e fácil, objectos que se guardam pelo seu valor afectivo e objectos infantis do passado e do presente.

O desperdício é aqui trabalhado no sentido do consumo, da acumulação e do desaproveitamento a que estão sujeitos a maior parte dos objectos. Através da presença física dos objectos, esta ideia de desperdício procura também apontar para como constróem os objectos uma memória do consumo em massa e como, ao patentearem o consumo, eles acabam por representar memórias e vivências que dizem respeito a cada indivíduo em particular.

O objecto comunica para além da sua função. Fala-nos da sua relação com o Mundo e connosco. Tem determinadas cores e formas que o aproximam ou distanciam de nós, de outros objectos e de outras paisagens. Quando se diz paisagem diz-se a porção de território que o nosso olhar consegue alcançar.

Em Corpo, Memória e Desperdício os objectos pretendem funcionar como paisagens. Paisagens pequenas, grandes ou secretas dependendo do alcance do nosso olhar. Micro paisagens com ligações que emergem narrativas que fluem pelo espaço, pelo chão, pela parede e pelos objectos pendurados, para confluir numa macro paisagem, uma narrativa infinita, a narrativa do corpo, da mente, da memória, do tanto desperdício que produz, hoje em dia, a nossa sociedade.

Ficha técnica:

Co-Produção I Quarta Parede e Mestrado Design Multimédia da Universidade da Beira Interior

Concepção I Agueda Simó, Rui Sena, Sílvia Ferreira

Desenvolvimento da Instalação I Agueda Simó, Sílvia Ferreira, 1º Ano de Mestrado Multimédia: Bruno Catarino, Catarina Neves, Cátia Saldanha, Filipa Serpa, Filipa Velho, João Pereira, João Proença, Marcelo Teixeira, Marta Ferras, Miguel Estevinha, Nuno Rodrigues, Paulo Fonseca, Ricardo Ramos, Wilson Pinto

Concepção e desenvolvimento de interfaces físicas I Agueda Simó, Nuno Sousa, Sílvia Ferreira

Desenvolvimento de Sensores I Nuno Sousa

Programação Multimédia I Henrique Hurtado, Rui Brás

Vídeo I João Grancho, Sílvia Ferreira

Produção Executiva I Celina Gonçalves

AGRADECIMENTOS I Rui Garcia, Administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira, Supermercado Canário, ADC – Águas da Covilhã EM, Gráfica da Covilhã, Reciascensão – Reciclagem de Sucatas Lda.

Para mais informações:

quarta parede
associação de artes performativas da covilhã
sede social: rua celestino david, lote 4, r/c dto.
6200-072 covilhã * portugal
secretariado: rua mateus fernandes, nº135, 2ºA 
6200-142 covilhã * portugal
tel.|fax: +351 275 335 686 * tlm.: +351 969 785 312
qp@quartaparede.pt * www.quartaparede.pt 
www.quartaparedecovilha.wordpress.com * www.vodpod.com/quartaparede
www.twitter.com/quarta_parede * www.facebook.com/quartaparede

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Teatro das Beiras apresenta Lauro António

Professor Luís Nogueira da UBI, Lauro António e Sónia Botelho.

O Teatro das Beiras teve o prazer da presença de Lauro António nas actividades do projecto Vergiliando – uma viagem ao universo de Vergílio Ferreira, nos dias 14 e 15 de Janeiro de 2010.

Em 14 de Janeiro, na Cinubiteca da Universidade da Beira Interior, apresentou o documentário “ Vergílio Ferreira numa Manhã Submersa”, a longa metragem “Mãe Genoveva”, o documentário “Prefácio a Vergílio Ferreira” e a longa metragem “Manhã Submersa”. Em 15 de Janeiro, no café do Teatro das Beiras, realizou-se um colóquio sobre “Vergílio Ferreira no cinema”, com alunos de cinema da UBI, professores e admiradores da obra de Vergílio Ferreira.

Fica aqui as considerações de Lauro António e de sua esposa Eduarda.

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ESTREIA “A Neve”

16 de Dezembro de 2009, 21:30, Auditório do Teatro das Beiras

A Neve”, construído a partir de cinco contos de Vergílio Ferreira: O Encontro, A Palavra Mágica, A Fonte, A Galinha e A Estrela.

São histórias que, interligadas, revelam um humor triste e alguma nostalgia em relação à condição humana. Memórias de um tempo, que não foi assim há tanto tempo, em que o coração dos homens era frio como a neve.

Adaptação, dramaturgia e encenação: José Carretas | Interpretação: Fernando Landeira, Pedro Damião, Pedro da Silva, Rui Raposo Costa, Sónia Botelho e Teresa Baguinho | Cenografia: Nuno Lucena e José Carretas | Música Original: Telmo Marques | Figurinos: Margarida Wellenkamp

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