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ORQUESTRA DE SOPROS DA EPABI NO TEATRO DAS BEIRAS

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Apoio: Câmara Municipal da Covilhã

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Circuito Ibérico de Artes Cénicas no Auditório do Teatro das Beiras

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Uma comédia para casais infiéis

 ‘Adúlteros’ é uma comédia sobre as infidelidades mas também uma reflexão sobre o passado e o presente. Uma comédia que trata com humor a situação de crise que atravessa atualmente o teatro.

Marta e Fernando voltam a encontrar-se vinte e cinco anos depois de terem sido um casal na vida artística e na vida real, para repor um espetáculo sobre o adultério que representaram no final dos anos 80 e que teve na altura um grande êxito.
Durante a obra, vamos conhecendo em jeito de comédia, as suas relações, os seus encontros e desencontros que darão vida a muitos outros personagens em situações de infidelidade.

produção de Fundición Teatro Sevilha | Encenação e adaptação  Pedro Álvarez-Ossorio | Voz-off Carlos Álvares-Nóvoa e Inma Alcántara | Cenografia Vicente Palacios | Assistência de encenação Ana Álvarez-Ossorio e José António Benavides Vázquez | Responsável técnico José David Gil | Desenho de luz David Romero de la Osa | Espaço Sonoro Santi Martínez | Fotografia Luís Castilla | Cartaz e programa Rocco Lombardi | Estilismo Manolo Cortés

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Festival Y #10 – 19 de maio “diatOm”

Org.: Quarta Parede – Associação de Artes Performativas da Covilhã

19 de maio, às 21h30 no Auditório do Teatro das Beiras
Rui Monteiro

“diatOm”

Autoria, programação de som, programação objetos visuais, desenho de palco, interpretação: Rui Monteiro

Sinopse:

O projeto diat0m é a conclusão de vários sistemas elaborados para instalações e performances, aplicados num só espetáculo.

Explora a síntese visual e sonora de novos instrumentos digitais alterados pelo artista, com forte expressão corporal e gestual em palco.

Recorrendo a uma handsonic10 (hardware midi), o artista cria uma plataforma em que um único indivíduo alcança o controle de todos os acontecimentos sonoros e visuais de um espetáculo de uma forma livre e espontânea usando apenas o gesto, toque e pressão.
Esta performance é inspirada em microorganismos unicelulares.

Breve apresentação:

O trabalho de Rui Monteiro é um misto entre arte e funcionalidade. Apaixonado pelo minimalismo, usa a tecnologia como ferramenta de exploração de novos universos comunicativos, de uma forma muito própria e intuitiva ao mesmo tempo que é contraposto com um sentido de análise muito rigorosa.

Um aspeto fundamental da sua obra é a interação entre Arte, Ciência e Tecnologia, traduzida em performances sonoras, instalações Interativas e composições audiovisuais.

Por outro lado, desde 1994 que desenvolve as suas capacidades como compositor e multi-instrumentista, neste momento mais ligado à área do Jazz. Essas características profundamente matemáticas fundem-se hoje com o trabalho digital dando origem a uma obra muito própria e cada vez mais pessoal.

Desde 2004 que decidiu abandonar o centro urbano e viver no meio rural na zona da Serra da Estrela, desenvolvendo a sua própria agricultura sustentável e estudos dentro de uma arquitetura funcional, ecológica e energética.

Biografia Rui Monteiro:

Licenciado em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto no ano de 1999.

Iniciou-se como vídeo performer com músicos da área do clássico e do experimental como: Jon Rose, Nuno Rebelo, Maestro Vitorino de Almeida entre outros.

Como Freelancer em 2000 realizou e produziu anúncios culturais para a Orquestra Nacional do Porto e alguns documentários para diferentes clientes.

Em 2000 inicia o seu trabalho em Arte Digital no Workshop de som dança e programação por John Marc e Sarah Rudbrigde, Teatro Rivoli, Porto 2000, utilizando tecnologias midi e de visão artificial para criar instalações audio visuais interativas.

O trabalho desenvolvido leva-o à participação em vários festivais: RhythmONE-San Francisco-USA, In Blooc-Porto, MIDE-Spain, Futurartes-Portugal, European Art Meeting-Porto.

No ano seguinte é convidado pela Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira a criar o primeiro Laboratório de Arte Digital da Bienal.

Entre 2000 e 2004 trabalha como video stage director para diferentes eventos nacionais e internacionais realizando cenários de video para nomes como: Koop DJ set, Miss Kittin, EZ-Rollers, Andy C, Jazzanova DJ set, Faze Action DJ set, Goldie, Dj Matrix.

Em 2003 é convidado pela Fundação Ciência e Desenvolvimento a desenvolver um concerto audio visual baseado nas composições de Raymond Scott para Bébés até aos 2 anos de idade, em conjunto com o Músico Pedro Moura.

Desde 2008 tem desenvolvido um segundo projeto audio visual “diat0m”, baseado no diálogo entre a natureza e ciência como produtora de avanço tecnológico, performance em contínuo desenvolvimento e que conta já com várias participações em festivais e encontros de arte digital.

Em 2009 desenvolve estudos pessoais sobre desenvolvimento sustentável dentro da Arquitetura e Análise de crescimento de Plantas.

Em 2010 é convidado a participar na semana temática – TERRAZ Territoires et Identités – École supérieure d’art d’Aix-en-Provence, realizando ao mesmo tempo a performance diat0m no prestigiado centro de arte numérica Second Nature.

Em 2011 inicia-se como diretor artístico de eventos de grande escala, criando o maior espetáculo de video mapping em Portugal em parceria com Sérgio Ferreira, evento realizado no Castelo de Montalegre em maio desse ano.

É convidado pelo curador Carlos Casteleira a participar na 16ª Bienal de Cerveira.

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Sexta, 27 de Janeiro na Covilhã

O Teatro das Beiras acolhe no seu espaço o novo espectáculo do Projecto Ruínas, “O Corredor”, no dia 27 de janeiro (sexta-feira) às 21h30.


O Projecto Ruínas é de Montemor – o -Novo, e existente desde 2001, o Projecto Ruínas tem vindo a depurar-se formalmente, continuando porém a aprofundar as temáticas centradas no ser humano – falível, moralmente corrupto, emocional, sarcástico e verdadeiro.
Sobre o espectáculo:
À beira do divórcio e da falência, Arnaldo procura um sentido para a sua vida. Em má altura. O avô morreu, deixou o património da família a saque e as primas reclamam a sua parte.
No casarão, repleto de futilidades mais ou menos valiosas, os personagens vagueiam num ímpeto recoletor, memórias e culpa andam à solta como num filme de terror, cobrando a sua fatia da herança. A verdade, negada e escondida até ao limite, acaba por brotar na cave, jorrando pela biblioteca, inundando o jardim e a piscina.
Arnaldo só deseja chegar ao fim do dia com a dignidade de um ácaro, como aqueles que rastejam pelo tapete centenário.
Não há nada como ser rico, não é?
Um espectáculo sobre o vazio existencial. Um toque de absurdo e dois dedos de surrealismo. Uma comédia sinistra e ferrugenta, que sublima alguns dos mais rasteirinhos valores humanos. Um elogio à pequenez. Um alívio para o público.


Texto e Encenação: Francisco Campos
Espaço Cénico e Figurinos: Sara M. Graça
Interpretação: Catarina Caetano, Maila Dimas, Susana Nunes e Francisco Campos
Sonoplastia: Ricardo Freitas
Desenho de Luz: Nuno Patinho
Bilhete: €6,00 (50% desconto para sócios, jovens até aos 25 anos e reformados)

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Sofia Bernardo no Teatro das Beiras

      Sofia Bernardo apresenta a 26 de Janeiro, às 21:30, no Auditório do Teatro das Beiras, o espectáculo “Nós mulheres somos melhores” inspirado em textos de Roberto Ramos Perea e Mário Llosa, de onde forma retiradas algumas histórias  e tratadas de maneira  a retratarem a realidade portuguesa  e a realidade das mulheres portuguesas.

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