Archive for category acolhimento

DIA MUNDIAL DO TEATRO

Dia Mundial do Teatro (2)

Teatro Estúdio Fontenova  apresenta a peça “O Homúnculo”, de Natália Correia

Sobre o espetáculo:
“O Homúnculo” de Natália Correia foi apreendido pela PIDE após a sua primeira e única edição em 1965, e, até ao momento nunca foi representado por nenhuma companhia profissional. 
Em 2015 a publicação do texto fará 50 anos, relembrando a versatilidade de Natália dramaturga, a sua contemporaneidade e cruzamento entre palavra poética e linguagens cénicas, o Teatro Estúdio Fontenova leva à cena esta tragédia jocosa em forma sátira política contando para tal com a dramaturgia de Armando Nascimento Rosa.
Era uma vez um país tão perto no espaço e no tempo que nos basta nada fazer para lá irmos parar. 
Esse país não vem no mapa, a sua geografia habita nas memórias e cicatrizes de um povo artesão especialista em fundir o mito com a realidade.
Nesse país há um homem que impõe a sua vontade e governa acima de todos os outros, será que um só homem consegue manter o poder sobre 10 milhões de almas?

Encenação: José Maria Dias | Dramaturgia: Armando Nascimento Rosa | Interpretação: Bruno Moraes, Eduardo Dias, Ricardo Guerreiro Campos e Sara Costa | Cenografia: Ricardo Guerreiro Campos

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Comemoração do Dia Internacional da Mulher

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João Morgado apresenta o seu primeiro livro de poesia: «Para Ti»

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João Morgado lança no próximo Domingo, 14 de Dezembro às 17 horas, o seu livro de poesia « PARA TI », no Café do Teatro das Beiras, na Covilhã. Segundo o autor, a obra “reúne vários poemas escritos ao longo de vários anos, versos intimistas que falam na dor de quem ama e de quem perde, dos sentimentos que prendem e libertam.”

A obra será apresentada pelo professor da UBI e também escritor, Gabriel Magalhães. Jorge Esteves, jornalista da RTP, fará a apresentação do autor. Estará presente como convidada, a poetisa Lília Tavares, que é coordenadora da página “Quem lê Sophia de Mello Breyner Andresen” – a maior página de poesia do Facebook. Para além de outros convidados, o actor Pedro Damião do Teatro das Beiras vai declamar alguns poemas do livro.

Foi este livro um interregno nos romances? O autor diz que não. «Esta obra é a selecção de alguma da poesia escrita ao longo de anos… por vezes, há mesmo grandes diferenças de estilo entre os poemas»

João Morgado sempre se afirmou como “o poeta que não acredita no amor” – mas agora escreve poemas de amor? “O amor não é um sentimento primário como o desejo, que está na base de qualquer relação. O amor é uma fórmula que reúne vários sentimentos, e cada pessoa tem a sua própria fórmula. Estes poemas não são de puro romantismo, mas antes erotizados…».

«E o desejo? perguntas – Como se despe?
– Quando o meu corpo por dentro
se despir dentro do teu corpo…»

Um desejo que é uma dor. Pois segundo o autor «Dói quando se ama. Dói quando se apaga a chama». A temática está assim centrada no «amor e desamor.» Para João Morgado, poesia é mais que o juntar de palavras bonitas, cada poema deve ser uma mensagem, por mais simples que seja, por vezes bastam quatro versos:

«Tenho o mar dentro de um barco; É meu, só meu, a ninguém o dou; Só não sei por onde viajar com ele; neste deserto em que o barco encalhou!»

Mensagens a descobrir nes novo livro… «Para Ti».

 

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Projeto “vamos descobrir o teatro”

 
O Projeto “Vamos descobrir o teatro”, destina-se a sensibilizar para o teatro os alunos das escolas de ensino básico, secundário e profissional,  terminando em Janeiro com a apresentação da peça “Auto dos Físicos”, de Gil Vicente, pela Escola da Noite. No total serão abrangidos mais de 1.000 alunos.
 
                                     PROGRAMA
4 Dezembro – 10,30 – Escola EB 2/3 do Tortosendo
“Uma história desafinada…ou nem por isso”, pelo Teatro das Beiras
Encenação: Sónia Botelho | Interpretação: Adriana Pais, Marco Ferreira e Pedro Damião

4 Dezembro – 10,30 – Auditório do Conservatório de Música da Covilhã
“O Patinho Feio”, pelo Jangada Teatro
Dramaturgia e Encenação: Luiz Oliveira | Interpretação: Luiz Oliveira, Ricardo Fráguas, Rita Calatré e Vítor Fernandes

4 Dezembro – 14,30 – Escola EB 2/3 do Tortosendo
“Uma história desafinada…ou nem por isso”, pelo Teatro das Beiras

4 Dezembro – 14,30 – Escola EB 1 dos Penedos Altos
“O Patinho Feio”, pelo Jangada Teatro

5 Dezembro – 10,30 – Auditório da EPABI
“Olhar de Novo” , de Filipe Seixas pelo BAAL 17
Encenação: Filipe Seixas | Interpretação: Catarina Inácio, Helena Ávila e Susana Nunes

5 Dezembro – 14,30 –  Escola Secundária da Quinta das Palmeiras
“Olhar de Novo” , de Filipe Seixas pelo BAAL 17

10 Dezembro – 11 e 14,30 –  Auditório do Teatro das Beiras
“Em Pessoa”, a partir de textos de Fernando Pessoa –  Companhia de Teatro de Braga
Encenação: Sofia Brito | Interpretação: André Laires, António Jorge, Thamara Thaís, Solange Sá (The Poem)

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EPABI no Teatro das Beiras

EPABI

Auditório do Teatro das Beiras  |  20.Novembro | 21,30      

Orquesta de Cordas da EPABI, dirigida pelo Prof. Rogério Peixinho e o Grupo Ricercare XVII  – dirigido pelo Prof. João Barroso, vêm cantar os parabéns ao Teatro das Beiras fazendo uma viagem pela música clássica dos séculos XVII, XVIII, XIX e XX.

Um momento diferente para ouvirmos os alunos da EPABI nesta sua primeira apresentação no Auditório do Teatro das Beiras.

 

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1º Andar no auditório do teatro das beiras

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 18.novembro. 2014 [3ª feira] > 21h30   – auditório do teatro das beiras   –  “Projeto Vénus”

Projeto Vénus consiste em reconstruir as pinturas mais famosas das Vénus da pintura europeia, desde o Renascimento até o século XX, tomando como referência as “Live paintings“, mediante uma vídeo-performance. A proposta consiste em trabalhar numa posição “entre” duas estratégias: a) interromper a construção da fição por meio da descoberta dos mecanismos que a constroem (montagem de Brecht); b) anular a dimensão espetacular e convidar o espetador a uma participação física (teatro sagrado de Artaud).
A participação do público é essencial para o desenvolvimento da proposta performativa. O modelo, que imita as poses, é o próprio artista que executa as ordens do público que assiste à performance, a quem também se convida a posar, fotografar e desenhar.
Projeto Vénus é abordado a partir do ponto de vista da Teatralidade, para isso é necessário entender-se o olhar do outro como elemento inicial.
 
Conceção, Perfomer e Video: Fran Blanes | Assistente Técnico de Montagem, Video e Som: João André Lourenço 

21.novembro.2014 [6ª feira] > 21h30 –  auditório do teatro das beiras – “Kinowaltz”

KINOWALTZ é uma viagem da dança pelo mundo do cinema. Partindo do sonho de infância de entrar na tela do cinema e viver maravilhosas aventuras, começamos uma pesquisa entre o movimento e a imagem, desconstruindo cenas icónicas da história do cinema e propondo um novo olhar sobre filmes clássicos.
 
Criação e interpretação: Tereza Havlickova  | Cocriação e vídeo: André Amálio
Organização: 

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Festival Y#11 no Teatro das Beiras

cartaz FestivalY#11Covilhã | Auditório do Teatro das Beiras

08.10 | 4ª feira | 21h30 - Teatro do Vestido > teatro
Fragmentos de Um Museu Vivo de Memórias Pequenas e Esquecidas
10.10 | 6ª feira | 21h30 -  Mário Franco Trio > música/jazz
14.10 | 3ª feira | 21h30 - Rafael Alvarez > dança
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16.10 | 5ª feira |21h30 - Tiago Rodrigues/Mundo Perfeito > teatro
Três dedos abaixo do joelho
21.10 | 3ª feira | 21h30 - Rui Catalão > peça-conferência
A exaustão da confiança
23.10 | 5ª feira | 21h30 - Mariana Tengner Barros > dança
The Trap
25.10 | sábado| 21h30 - Pé de Pano/Peter Michael Dietz > teatro/dança
Medo de ser matéria

Org:   

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CENDREV apresenta Karl Valentin no Teatro das Beiras

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VOU OU NÃO VOU ESTA NOITE AO TEATRO?

9 e 10 JULHO – 21,45 h

A dramaturgia de Karl Valentin integrou um movimento anti-racional claramente contra a guerra e os padrões estabelecidos para a sua época.
Um teatro que se opõe a qualquer tipo de equilíbrio que combina o pessimismo irónico e a ingenuidade radical. Um teatro que enfatiza o ilógico e o absurdo e que apesar da sua aparente falta de sentido tem como estratégia principal denunciar e escandalizar.
Uma aposta numa dramaturgia que continua a fazer todo o sentido nesta Europa, também hoje caótica, em que a insistência na falta de lógica e na gratuitidade dos acontecimentos deixa de ser um absurdo e passa a funcionar como um espelho crítico de uma realidade incómoda.
Um jogo em redor das palavras com um humor verdadeiramente desconcertante.

Autor: Karl Valentin |  Encenação: José Russo |  Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho assistida por Helena Calvet | Interpretação: José Russo, Maria Marrafa e Rui Nuno  Música: André Penas | Desenho de Luz e Direcção Técnica: António Rebocho 

Org:

logo  40 anos

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“Linha Vermelha” no Teatro das Beiras

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Como evento complementar à “Conferência de Desenvolvimento Económico Local: O Alimento Como (Base do) Nosso Sustento” – , exibimos o filme “Linha Vermelha”, de José Filipe Costa (2011). Filme este que revisita o afamado “Torre Bela”, filme de 1975 do realizador Thomas Harlan que acompanhou a ocupação revolucionária da herdade com o mesmo nome. Três décadas e meia depois um realizador português questiona a altura e o que vimos: de que maneira Harlan interveio nos acontecimentos que parecem desenrolar-se naturalmente frente à câmara? Qual foi o impacto do filme na vida dos ocupantes e na memória sobre esse período?

Nesta projecção pretendemos discutir o contexto e exemplo da Torre Bela, mas também a função do modelo cooperativo dentro do desenvolvimento económico local, qual a imagem e acesso que temos às mesmas, e o que será preciso realmente para ter uma cooperativa nos dias de hoje.


Argumento: José Filipe Costa |Fotografia: João Ribeiro, Paulo Menezes, Pedro Pinho | Som: Olivier Blanc, Ricardo Leal |Montagem: João Braz | Produtores: Ana Isabel Strindberg, João Matos, José Filipe Costa | Produção: Terratreme Filmes

 

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Cinema de Abril no Teatro das Beiras

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