Festival de Teatro da Covilhã – 12 de novembro

12. novembro, 21h30

A BARRACA

“D. Maria, a Louca” de Antônio Cunha

A corte Portuguesa parte no mês de Novembro de 1807 para o Brasil. São 15000 almas embarcadas numa enorme frota para defender da Invasão Francesa a coroa e o corpo. Em Fevereiro de 1808 chega à Baía de Guanabara. O Principe Regente não autoriza o desembarque imediato de sua mãe a rainha louca. D. Maria é durante dois dias uma rainha fechada no mar e passa em revista o casamento, a morte do filho, a sujeição à igreja, tudo o que foi a sua acção pública e privada e assusta-se com a chegada a uma terra que viu nascer e morrer Tiradentes o único homem sobre o qual ela usou o seu “direito de mandar matar”. D. Maria está louca mas é dona de uma loucura que a protagonista define de forma magistral “a loucura não é uma porta que se nos fecha mas muitas janelas que se nos abrem, só que todas ao mesmo tempo”. A filha de D. José foi a primeira mulher que ocupou o trono. “Uma rainha num reino de homens”.

Texto – Antonio Cunha | Encenação – Maria do Céu Guerra | Elenco – Maria do Céu Guerra, Adérito Lopes  | Direcção Plástica, Cenografia e Figurinos – José Costa Reis | Assistência de encenação – Marta Soares | Adereços – Nuno Elias | Desenho de Luz – Luis Viegas | Operação de Luz – Fernando Belo |Sonoplastia e operação – Ricardo Santos

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