“Ay Carmela!” no Centro de artes e espectáculos de Portalegre
Publicado por Teatro das Beiras em Ay Carmela! de José Sanchis Sinisterra, Digressão em Novembro 20, 2011
“Ay Carmela!” de José Sanchis Sinisterra
21 de novembro, às 21h30, CAE Portalegre

A 20ª Edição do Festival Internacional de Teatro de Portalegre irá decorrer de 21 a 28 de Novembro de 2011, no C.A.E. de Portalegre, e no Convento de Santa Clara.
O evento, com o apoio da Câmara Municipal de Portalegre, e co-organizado pela Companhia de Teatro de Portalegre e a Associação Festival Internacional de Teatro de Portalegre, conta com produções teatrais espanholas e portuguesas, que prometem despertar o público para os problemas da sociedade actual.
“Ay Carmela!” em Montemor-o-Novo
Publicado por Teatro das Beiras em Ay Carmela! de José Sanchis Sinisterra, Digressão em Novembro 15, 2011
Org.: Projecto Ruínas
¡AY CARMELA!
de José Sanchis Sinisterra
19 de Novembro às 21h30
Cine-Teatro Curvo Semedo_em black box
Montemor-o-Novo
Interpretação: Fernando Landeira e Sónia Botelho | Sonoplastia: Helder Gonçalves | Desenho de Luz: Vasco Mósa
M/12
Informações e Reservas: 967 407 748 | p.ruinas@gmail.com
Festival de Teatro da Covilhã – 12 de novembro, espectáculo de música
Publicado por Teatro das Beiras em Festival de Teatro da Covilhã em Novembro 12, 2011
12.novembro, 23h30
NAU
música popular portuguesa

É um grupo acústico onde predominam sobretudo os arranjos vocais. Neste espectáculo faz–se uma abordagem à “Universalidade” da cultura Portuguesa com temas originais do grupo, de José Afonso, Fausto, Vitorino, Trovante, autores de Angola, Moçambique e Cabo Verde, assim como foram musicados alguns poemas do poeta árabe Al-Mu`tamid.
NAU é um grupo em que os arranjos vocais têm uma grande preponderância os quais são influenciados pelo “Cante Alentejano” (sul de Portugal ) que por sua vez tem pontos comuns com os grupos populares vocais da denominada Cultura do Mediterrâneo.
Voz e guitarra: Zé Pedro Grazina | Voz e guitarra: Fernando Pardal |Voz e guitarra: Artur Silva
Festival de Teatro da Covilhã – 12 de novembro
Publicado por Teatro das Beiras em Festival de Teatro da Covilhã em Novembro 12, 2011
12. novembro, 21h30
A BARRACA
“D. Maria, a Louca” de Antônio Cunha
A corte Portuguesa parte no mês de Novembro de 1807 para o Brasil. São 15000 almas embarcadas numa enorme frota para defender da Invasão Francesa a coroa e o corpo. Em Fevereiro de 1808 chega à Baía de Guanabara. O Principe Regente não autoriza o desembarque imediato de sua mãe a rainha louca. D. Maria é durante dois dias uma rainha fechada no mar e passa em revista o casamento, a morte do filho, a sujeição à igreja, tudo o que foi a sua acção pública e privada e assusta-se com a chegada a uma terra que viu nascer e morrer Tiradentes o único homem sobre o qual ela usou o seu “direito de mandar matar”. D. Maria está louca mas é dona de uma loucura que a protagonista define de forma magistral “a loucura não é uma porta que se nos fecha mas muitas janelas que se nos abrem, só que todas ao mesmo tempo”. A filha de D. José foi a primeira mulher que ocupou o trono. “Uma rainha num reino de homens”.
Texto – Antonio Cunha | Encenação – Maria do Céu Guerra | Elenco – Maria do Céu Guerra, Adérito Lopes | Direcção Plástica, Cenografia e Figurinos – José Costa Reis | Assistência de encenação – Marta Soares | Adereços – Nuno Elias | Desenho de Luz – Luis Viegas | Operação de Luz – Fernando Belo |Sonoplastia e operação – Ricardo Santos
Festival de Teatro da Covilhã – 11 de novembro
Publicado por Teatro das Beiras em Festival de Teatro da Covilhã em Novembro 11, 2011
11.novembro, 21h30
TEATRO DO ELÉCTRICO
“O regresso de Natasha” de Ricardo Neves-Neves

Sem antes nem depois, este é um episódio onde quatro personagens partilham um espaço de onde não podem sair.
N’O Regresso de Natasha há contradição do naturalismo e uma procura da musicalidade no quotidiano.
É uma comédia do absurdo ou uma tempestade que persegue o surrealismo.
Num país das maravilhas ou dentro dum ovo
há uma sociedade de quatro pessoas,
aquelas e mais nenhuma.
Não sabem se se conhecem,
mas percebem-se como conhecidos
e às vezes são uma família.
Um é G., o outro é L.,
uma é velha, a outra é.
O outro é de quem o apanhar
se houvesse, mas não há.
Cada um, herói da sua própria certeza,
confessa sonhos de riqueza
a um relógio derretido em cima da mesa.
E quando passa de táxi um monstro escondido,
vai tu
não vou
não vai
ela vai
vai-vai,
tenho medo e peço um desejo.
E assim vamos correndo,
num sopro,
até ao inevitável regresso de Natasha.
Texto e encenação: Ricardo Neves-Neves| música: Sérgio Delgado | apoio ao movimento: César Ribeiro | assistência de encenação: Bruno Huca | interpretação: Ana Lázaro, Rita Cruz, Rogério Jacques e Vítor Oliveira
Festival de Teatro da Covilhã – 10 de novembro
Publicado por Teatro das Beiras em Festival de Teatro da Covilhã em Novembro 9, 2011
10. novembro, 11h00 | 14h30
BICA TEATRO
“Matemática, para quê?”

O mundo da matemática, sempre presente em cada um dos nossos dias, é um mundo mágico, delicioso, útil e… muito apaixonante. Convidamo–lo a participar nesta brincadeira em torno da matemática, ajudando a desvendar alguns mistérios e, quem sabe, aprendendo outros!
No final do espectáculo é feita uma conversa com o público e é entregue uma ficha pedagógica aos professores.
Elenco: Cláudia Ermitão, Patrícia Resende e Neto Portela | Texto: Margarida Fonseca Santos |Encenação: Nuno Nunes|Cenografia e Adereços: Bica Teatro
Festival de Teatro da Covilhã – 9 de novembro
Publicado por Teatro das Beiras em Festival de Teatro da Covilhã em Novembro 9, 2011
9.novembro, 11h00 | 14h30
TEATRO DO MAR
“A lenda do menino da gralha” de Julieta Aurora Santos

Um capitão, que vivia no Forte da Ilha do Pessegueiro com um grupo de soldados, tinha a seu cargo a defesa da fortaleza e o treino dos militares. Sonhava em fazer do seu filho, uma criança de 8 anos, um grande guerreiro, corajoso, forte e destemido.
O menino, porém, detestava as armas e fugia aos treinos, porque gostava muito de brincar. Afeiçoou-se de tal maneira a uma gralha, que esta se tornou o seu passatempo favorito. O pai, enfurecido por causa do seu desinteresse, ameaçou matar a gralha se ele não deixasse de brincar com ela.
Então uma noite, quando todos dormiam, o menino e a sua amiga gralha resolveram fugir da ilha…
Texto e encenação: Julieta Aurora Santos | Interpretação: Sandra Santos, Carlos Campos, Sérgio Vieira e Luís João Mosteias | Cenografia: João Calvário | Operação de luz: Hugo Custódio
Festival de Teatro da Covilhã – 8 de novembro
Publicado por Teatro das Beiras em Festival de Teatro da Covilhã em Novembro 7, 2011
8.novembro, 11h00| 14h30
AL MASRAH TEATRO
“Eu hei-de crescer e depois tu vais ver”

É tão irritante estar sempre a ouvir dizer que somos muito pequenos e que ainda temos muito que crescer, não achas? Não sentes, às vezes, que os grandes não te levam muito a sério, só por seres mais pequeno?…
No nosso conto, o herói é pequeno e franzino, mas tem coração, sorte, bons amigos e um sonho: ser rei e mostrar ao irmão mais velho que, apesar de fraquito e pequeno, ele é capaz de vencer!
Pegámos num conto tradicional magrinho, pálido e esquecido, e demos-lhe de comer e beber. Acarinhámo-lo e vimo-lo ganhar corpo e cor nas nossas mãos. Este conto fala de pequenos e grandes, de injustiças e conquistas, de dores e alegrias – fala, enfim, da aventura que é crescer, num espectáculo que brinca, do princípio ao fim, com a narração oral e a improvisação teatral.
Texto: a partir de um conto tradicional («Os dois príncipes», in Contos Populares Alentejanos, de António Thomaz Pires) | Encenação: Patrícia Amaral | Intérpretes: Bruno Martins, Cátia Agria, Pedro Carvalho
Luz, Som e Operação Técnica: Valter Alves | Cenário e Adereços: colectivo
Festival de Teatro da Covilhã – 7 de novembro
Publicado por Teatro das Beiras em Festival de Teatro da Covilhã em Novembro 7, 2011
7.novembro, 11h00 | 14h30
JANGADA TEATRO
“O Romance da Raposa” de Aquilino Ribeiro

Eis a Salta-Pocinhas, “raposeta pintalegreta, senhora de muita treta”, mestre de ladinas artes. Ao longo da história, vai levando todos na cantiga, só para encher a barriga. Os anos vão passando, e ela, farsante, sempre muito trapaceira, não cessa de enganar fulano, sicrano e beltrano até ao fim dos seus dias…
Texto: Aquilino Ribeiro|encenação: Luiz Oliveira |interpretação: Faria Martins; Luiz Oliveira; Sophia Cunha; Patrícia Ferreira e Vítor Fernandes |música: Vítor Fernandes |desenho de luz: Nuno Tomás
Festival de Teatro da Covilhã 2011 – 5 de Novembro
Publicado por Teatro das Beiras em Festival de Teatro da Covilhã em Novembro 5, 2011
5.novembro, 21h30
TEATRO DO MONTEMURO
“Remendos” de Thérèse Collins

Inês é uma jovem irreverente, cheia de vida e energia. A jovem mais bonita da aldeia. Assim, não é estranho que os olhos do filho da família mais abastada das redondezas se tenham fixado nela. O coração de Inês, esse, já tem dono. Terá ela força para impedir o casamento, o seu casamento, arranjado pelos pais de ambos? Como poderá esta jovem sobreviver e vingar no mundo para o qual sente que está a ser arrastada? Manipulada e presa por aqueles que a rodeiam, conseguirá ela erguer-se com sucesso das suas humildes raízes e lutar para que a sua filha tenha uma vida diferente, livre das regras da família, onde possa escolher que rumo seguir, quem amar? Quem dá as cartas neste jogo e qual a melhor altura para se fazer a jogada? Uma coisa é certa: alguém vai perder e quando isso acontecer o mais certo é que perca tudo. A vida de Inês está sob o olhar atento de uma comunidade que julga e leve as suas presas ao seu limite, empurrando-as para o abismo. Haverá esperança para ela? Mas onde se esconde um segredo do qual não se pode falar? Até onde se pode passar por cima de tabus sociais para manter a paz? Onde se guardam pensamentos que não queremos que mais ninguém ouça? A música e as emoções levam-nos numa viagem comovente e divertida, mas dolorosa emocionalmente que nos transporta para a mente conturbada de uma mulher. A sua vida apresentada dentro e fora de uma realidade bamboleante, entre o real e surreal.
Texto: Thérèse Collins |Encenação: Paulo Duarte |Direcção musical: Ricardo Rocha e Carlos Adolfo | Interpretação: Abel Duarte, Eduardo Correia, Isabel Pinto, Paulo Freitas e Rebeca Cunha |Cenografia e figurinos: Ana Limpinho |Assistência à construção de cenários e cenografia: Maria da Conceição Almeida | Desenho de luz: Paulo Duarte |Tradução: José Miguel Moura






