Sexta, 27 de Janeiro na Covilhã

O Teatro das Beiras acolhe no seu espaço o novo espectáculo do Projecto Ruínas, “O Corredor”, no dia 27 de janeiro (sexta-feira) às 21h30.


O Projecto Ruínas é de Montemor – o -Novo, e existente desde 2001, o Projecto Ruínas tem vindo a depurar-se formalmente, continuando porém a aprofundar as temáticas centradas no ser humano – falível, moralmente corrupto, emocional, sarcástico e verdadeiro.
Sobre o espectáculo:
À beira do divórcio e da falência, Arnaldo procura um sentido para a sua vida. Em má altura. O avô morreu, deixou o património da família a saque e as primas reclamam a sua parte.
No casarão, repleto de futilidades mais ou menos valiosas, os personagens vagueiam num ímpeto recoletor, memórias e culpa andam à solta como num filme de terror, cobrando a sua fatia da herança. A verdade, negada e escondida até ao limite, acaba por brotar na cave, jorrando pela biblioteca, inundando o jardim e a piscina.
Arnaldo só deseja chegar ao fim do dia com a dignidade de um ácaro, como aqueles que rastejam pelo tapete centenário.
Não há nada como ser rico, não é?
Um espectáculo sobre o vazio existencial. Um toque de absurdo e dois dedos de surrealismo. Uma comédia sinistra e ferrugenta, que sublima alguns dos mais rasteirinhos valores humanos. Um elogio à pequenez. Um alívio para o público.


Texto e Encenação: Francisco Campos
Espaço Cénico e Figurinos: Sara M. Graça
Interpretação: Catarina Caetano, Maila Dimas, Susana Nunes e Francisco Campos
Sonoplastia: Ricardo Freitas
Desenho de Luz: Nuno Patinho
Bilhete: €6,00 (50% desconto para sócios, jovens até aos 25 anos e reformados)

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“O Rei-Menino” em Castelo Branco: peça da Localvisão

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“D. Pura e os Camaradas de Abril” em Évora

“D. Pura e os Camaradas de Abril” de Germano de Almeida

21 de janeiro de 2012 às 21h30

Teatro Garcia de Resende

Do relacionamento de longa data entre o TRIGO LIMPO teatro ACERT e o Teatro das Beiras nasceu uma deliciosa partilha criativa: a adaptação teatral do texto “D. Pura e os Camaradas de Abril”, escrito por Germano de Almeida.

Nesta história, lançada pela Editorial Caminho na celebração do vigésimo quinto aniversário do 25 de Abril, um jovem cabo-verdiano a estudar em Lisboa arrenda um quarto em Campo d’Ourique. A senhoria, D. Pura, conterrânea do rapaz, vive com uma das filhas e com o marido, Sr. Firmino.

Um dia, bate à porta do estudante e anuncia que se passa qualquer coisa, já que apenas uma emissora estava no ar e tinha sido dado o alerta para que as pessoas não saíssem à rua. O Sr. Firmino sai do quarto, ainda em pijama, e põe-se a debitar sentenças:
- Já ouviu o que está a passar-se?

Pela perspectiva única destas personagens, a peça revive em cena, numa narrativa bem-humorada, alguns dos acontecimentos que marcaram a Revolução dos Cravos.

Com dramaturgia e encenação de Pompeu José, cenografia de Zé Tavares, figurinos de Ruy Malheiro, desenho de luz de Paulo Neto e interpretação de Fernando Landeira, Pedro da Silva, Rui Raposo Costa e Sónia Botelho.

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“O Rei-Menino” em Castelo Branco

“O Rei-Menino” de António Torrado
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17 e 18 de janeiro de 2012

3ª feira às 14h30, 4ªfeira às 11h00 e às 14h30

O Teatro das Beiras apresenta a 83ª produção, um espectáculo para a infância, adaptado do livro “O Rei-Menino” de António Torrado. A peça encenada por Isabel Bilou e com interpretação de Pedro da Silva, Rui Raposo Costa e Vânia Fernandes, conta a história de um menino que pelos azares da história, ficou órfão muito cedo. E como único filho herdeiro, viu-se forçado a subir ao trono.

“O Rei-Menino” é apresentado às 14h30 no dia 17 de janeiro, no Cine Teatro Avenida, e às 11h00 e às 14h30, no dia 18 de janeiro, numa organização Cultura Vibra de Castelo Branco.

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“O Rei-Menino” em Penacova

“O Rei-Menino” de António Torrado

13 e 14 de Dezembro

Sessões às 10:30 e às 14:00

Centro Cultural de Penacova

Sobre o espectáculo:

Era uma vez um menino que pelos azares da história, ficou órfão muito cedo. E como único filho herdeiro, viu-se forçado a subir ao trono, muito antes de ter estudado tudo o que devia, muito antes de saber de cor todos os nomes das terras, montanhas e rios, do país onde ia reinar. Um rei-menino que ansiava brincar como menino que era: saltar a janela da sala do trono e ir ao encontro de outros meninos que jogavam ao berlinde na rua. Mas o peso da responsabilidade de ser rei, não lhe permitia essa evasão. A própria coroa de ouro era pesada demais para a sua pequena cabeça quando assistia às cerimónias palacianas ou presidia ao enfadonho Conselho Real rodeado de velhos conselheiros. “Um rei é um rei” – Dizia-lhe o aio D. Belizário, no dia que o reizinho decidiu fazer de patins, o seu longo percurso até à sala do conselho; o seu manto esvoaçava como uma longa asa. “E um menino é um menino” – Respondia o rei, cansado da sua obrigação de reinar. Onde se teriam escondido os sonhos de menino durante o seu reinado? E os amigos da sua idade, os berlindes, os jogos da cabra-cega, do eixo e da bola? Decerto que bem guardados na sua imaginação. Anos depois, já rei-homem, parece que não reinou mal. Talvez porque sonhos e desejos cresceram com eles, tornando o seu coração mais forte.

Encenação: Isabel Bilou | Interpretação: Pedro da Silva, Rui Raposo Costa e Vânia Fernandes | Cenografia: Fernando Landeira | Banda Sonora: Gil Salgueiro Nave | Desenho de luz: Fernando Sena e Jay Collin

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“O Rei-Menino” em Alcains

“O Rei-Menino” de António Torrado

7 de dezembro

Sessões às 11:00 e às 14:30

O Teatro das Beiras apresenta a 83ª produção, um espectáculo para a infância, adaptado do livro “O Rei-Menino” de António Torrado. A peça encenada por Isabel Bilou e com interpretação de Pedro da Silva, Rui Raposo Costa e Vânia Fernandes, conta a história de um menino que pelos azares da história, ficou órfão muito cedo. E como único filho herdeiro, viu-se forçado a subir ao trono.

“O Rei-Menino”  é apresentado  no Centro Cultural de Alcains, e às 11h00 e às 14h30, no dia 7 de dezembro, numa organização Cultura Vibra de Castelo Branco.

Sobre o espectáculo:

 

Era uma vez um menino que pelos azares da história, ficou órfão muito cedo. E como único filho herdeiro, viu-se forçado a subir ao trono, muito antes de ter estudado tudo o que devia, muito antes de saber de cor todos os nomes das terras, montanhas e rios, do país onde ia reinar. Um rei-menino que ansiava brincar como menino que era: saltar a janela da sala do trono e ir ao encontro de outros meninos que jogavam ao berlinde na rua. Mas o peso da responsabilidade de ser rei, não lhe permitia essa evasão. A própria coroa de ouro era pesada demais para a sua pequena cabeça quando assistia às cerimónias palacianas ou presidia ao enfadonho Conselho Real rodeado de velhos conselheiros. “Um rei é um rei” – Dizia-lhe o aio D. Belizário, no dia que o reizinho decidiu fazer de patins, o seu longo percurso até à sala do conselho; o seu manto esvoaçava como uma longa asa. “E um menino é um menino” – Respondia o rei, cansado da sua obrigação de reinar. Onde se teriam escondido os sonhos de menino durante o seu reinado? E os amigos da sua idade, os berlindes, os jogos da cabra-cega, do eixo e da bola? Decerto que bem guardados na sua imaginação. Anos depois, já rei-homem, parece que não reinou mal. Talvez porque sonhos e desejos cresceram com eles, tornando o seu coração mais forte.

 

Encenação: Isabel Bilou | Interpretação: Pedro da Silva, Rui Raposo Costa e Vânia Fernandes | Cenografia: Fernando Landeira | Banda Sonora: Gil Salgueiro Nave | Desenho de luz: Fernando Sena e Jay Collin

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Teatro das Beiras no MIT

O Teatro das Beiras apresenta o espectáculo “Ay Carmela!” na 14ª Edição ENTREtanto MIT Valongo – Mostra Internacional de Teatro.  Com encenação de Gil Salgueiro Nave e interpretação de Fernando Landeira e Sónia Botelho, o espectáculo apresenta-se no dia 1 de Dezembro, no Centro Cultural de Valongo, às 21h30.

Organizado pelo ENTREtanto Teatro, desde 1998, o ENTREtanto MIT Valongo – Mostra Internacional de Teatro. No festival já participaram diversas companhias de diferentes proveniências (Brasil, Espanha, Portugal, Alemanha, França, Suiça, Cabo Verde, Itália, Bélgica, Moçambique, Holanda, Guiné Bissau e República Checa).

A Mostra de Teatro Internacional conseguiu, no decorrer de nove anos de edições consecutivas, homenagear o Teatro e contribuir através do intercâmbio cultural e da troca de experiências para a crescente descoberta e intensificação criativa.
Esta mostra reúne a apresentação de espectáculos de teatro, café-teatro, uma oficina destinada à formação contínua de actores e ainda, a homenagem a profissionais e carreiras que são marco pela sua entrega e dedicação ao Teatro.

O objectivo deste festival é desde sempre ir mais longe e mais alto, procurando a aproximação de povos e ideologias.

“Ay, Carmela!”, é hoje um texto teatral que ganhou foros de referência obrigatória quando tratamos de abordar a criação dramatúrgica dos finais do Séc. XX. Com edições traduzidas para inúmeros idiomas (alemão, francês, grego, inglês, sueco, turco, entre outros), este texto tem dado origem a um conjunto indistinto de criações teatrais um pouco por todo o mundo.

Situando a acção num contexto de confronto de carácter político e ideológico, num momento particularmente difícil para a história da humanidade, “Ay, Carmela!”, propõe-nos uma reflexão sobre questões e temas absolutamente intemporais.

A condição da arte e dos seus protagonistas perante as circunstâncias envolventes do poder. A ética dos valores não discricionários, a cultura democrática das sociedades contemporâneas, os movimentos sociais, têm em “Ay, Carmela!”, um desafio à memória como exercício de fecunda aprendizagem.

Perdidos numa noite de nevoeiro e fome, dois anónimos “artistas de variedades”, caem em território “inimigo”. Aí, em troca da “liberdade”, são obrigados a apresentar o seu espectáculo às tropas vencedoras e aos prisioneiros vencidos. Que fazer à representação para “sobreviver” em tão díspar plateia? Como resistir ou ceder sem abalar a dignidade?

José Sanchis Sinisterra na indagação pelos territórios obscuros da teatralidade, dos seus limites e fronteiras, organiza um “material cénico” desafiador da sensibilidade e inteligência dos espectadores.

Peça para maiores de 12 anos.

Duração: 135 minutos com intervalo.

Encenação e tradução: Gil Salgueiro Nave | Interpretação: Fernando Landeira e Sónia Botelho | Cenografia e Figurinos: Luís Mouro | Desenho de Luz: Vasco Mósa | Sonoplastia: Helder Filipe Gonçalves

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No auditório do Teatro das Beiras

“Ay Carmela!” de José Sanchis Sinisterra

De 23 a 26 de novembro, às 21h30

Perdidos numa noite de nevoeiro e fome, dois anónimos “artistas de variedades”, caem em território inimigo. Aí, em troca da liberdade, são obrigados a apresentar o seu espectáculo às tropas vencedoras e aos prisioneiros vencidos. Que fazer à representação para sobreviver em tão díspar plateia? Como resistir ou ceder sem abalar a dignidade?

Tradução e Encenação: Gil Salgueiro Nave | Cenografia e Figurinos: Luís Mouro
Interpretação: Fernando Landeira e Sónia Botelho | Sonoplastia: Helder Gonçalves | Desenho de Luz: Vasco Mósa
M/12

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“Ay Carmela!” no Centro de artes e espectáculos de Portalegre

“Ay Carmela!” de José Sanchis Sinisterra

21 de novembro, às 21h30, CAE Portalegre

A 20ª Edição do Festival Internacional de Teatro de Portalegre irá decorrer de 21 a 28 de Novembro de 2011, no C.A.E. de Portalegre, e no Convento de Santa Clara.

O evento, com o apoio da Câmara Municipal de Portalegre, e co-organizado pela Companhia de Teatro de Portalegre e a Associação Festival Internacional de Teatro de Portalegre, conta com produções teatrais espanholas e portuguesas, que prometem despertar o público para os problemas da sociedade actual.

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“Ay Carmela!” em Montemor-o-Novo

Org.: Projecto Ruínas

¡AY CARMELA!

de José Sanchis Sinisterra

19 de Novembro às 21h30

Cine-Teatro Curvo Semedo_em black box

 Montemor-o-Novo

Perdidos numa noite de nevoeiro e fome, dois anónimos “artistas de variedades”, caem em território inimigo. Aí, em troca da liberdade, são obrigados a apresentar o seu espectáculo às tropas vencedoras e aos prisioneiros vencidos. Que fazer à representação para sobreviver em tão díspar plateia? Como resistir ou ceder sem abalar a dignidade?
Tradução e Encenação: Gil Salgueiro Nave | Cenografia e Figurinos: Luís Mouro
Interpretação: Fernando Landeira e Sónia Botelho | Sonoplastia: Helder Gonçalves | Desenho de Luz: Vasco Mósa
M/12

Informações e Reservas: 967 407 748 | p.ruinas@gmail.com

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